Operação militar contra o Irã é lançada por Estados Unidos e Israel

Nuvem de fumaça em Teerã, capital do Irã: imprensa oficial iraniana relatou explosões não apenas em Teerã, mas também em cidades como Isfahan, Tabriz e Karaj.
DA REDAÇÃO

A operação militar contra o Irã foi lançada por Estados Unidos e Israel, segundo informações divulgadas nesta sexta-feira. As primeiras explosões foram registradas em Teerã, capital iraniana, marcando uma escalada significativa nas tensões do Oriente Médio.

De acordo com a imprensa iraniana, além de Teerã, pelo menos outras quatro cidades também foram alvo de ataques. Ainda não há confirmação oficial sobre o número de vítimas ou sobre os alvos específicos atingidos. Autoridades locais afirmaram que sistemas de defesa aérea foram acionados em diversas regiões do país.

A ofensiva ocorre em meio ao agravamento das tensões envolvendo o programa nuclear iraniano e disputas estratégicas na região. Nos últimos meses, Washington e Tel Aviv vinham endurecendo o discurso contra Teerã, alegando preocupações com segurança e estabilidade regional.

Fontes ligadas ao governo israelense indicaram que a operação tem como foco estruturas consideradas estratégicas para a capacidade militar iraniana. Já representantes dos Estados Unidos afirmaram que a ação visa conter ameaças consideradas iminentes. Até o momento, detalhes sobre a duração da ofensiva e seus desdobramentos permanecem sob sigilo.

O governo iraniano classificou a ação como uma “agressão direta” e prometeu resposta proporcional. Líderes militares do país indicaram que medidas de retaliação estão sendo avaliadas. A movimentação elevou o nível de alerta em países vizinhos e provocou reações imediatas de líderes internacionais.

Mercados globais também reagiram ao anúncio da operação militar contra o Irã, com oscilações no preço do petróleo e alta na procura por ativos considerados seguros. Especialistas apontam que a instabilidade pode afetar cadeias energéticas e rotas comerciais estratégicas.

Organizações internacionais pediram moderação e retomada de negociações diplomáticas para evitar um conflito de maiores proporções. O Conselho de Segurança da ONU deve se reunir em caráter emergencial para discutir a situação.

O avanço militar reforça um cenário de incerteza no Oriente Médio, região historicamente marcada por disputas geopolíticas complexas. Analistas avaliam que os próximos dias serão decisivos para medir a extensão do confronto e possíveis impactos globais.