
A Apple voltou a movimentar o mercado financeiro com o lançamento do iPhone 17, cuja venda recorde nos Estados Unidos e na China fez as ações da companhia subirem 4% em Wall Street nesta segunda-feira. Segundo dados da própria empresa, as vendas da nova geração do smartphone foram 14% superiores ao modelo anterior nos primeiros dez dias após o lançamento. A frase-chave “venda recorde iPhone 17” simboliza o impacto global do novo produto e o poder de influência da marca no setor tecnológico e financeiro.
O desempenho surpreendente do iPhone 17 ocorre em um contexto de desaceleração global no mercado de eletrônicos, o que torna o crescimento da Apple ainda mais expressivo. Analistas apontam que o aumento nas vendas foi impulsionado por inovações em design, bateria e, principalmente, pelos novos recursos de inteligência artificial integrada (Apple Intelligence), que agora equipam todos os modelos da linha Pro.
Na China, um dos mercados mais competitivos para a marca, as filas nas lojas voltaram a se formar — algo que não se via desde o lançamento do iPhone 12. A Apple conseguiu contornar as restrições impostas por autoridades locais e ampliar a produção em fábricas parceiras, garantindo estoque inicial robusto. A revenda online também superou expectativas, com esgotamento de unidades em menos de duas horas em plataformas como JD.com e Tmall.
Nos Estados Unidos, o modelo Pro Max foi o mais vendido, representando cerca de 35% das unidades comercializadas na primeira semana. O tíquete médio das vendas também aumentou, impulsionado por consumidores que optaram por versões com maior capacidade de armazenamento. O movimento reforça o posicionamento da Apple como marca premium, mesmo diante da concorrência crescente de empresas asiáticas.
O impacto no mercado financeiro foi imediato. As ações da Apple (AAPL) fecharam o pregão da Nasdaq em alta de 4%, impulsionando o índice S&P 500 e fortalecendo o valor de mercado da companhia, que voltou a superar US$ 3,6 trilhões. Segundo analistas do Goldman Sachs, o desempenho do iPhone 17 “reacende a confiança dos investidores na capacidade da Apple de gerar demanda sólida mesmo em ciclos de produto maduros”.
Além das vendas diretas, o novo iPhone também impulsionou o ecossistema de serviços da Apple, incluindo assinaturas do iCloud+, Apple Music e Apple TV+, que registraram aumento de 9% na primeira semana pós-lançamento. Esse crescimento reflete a estratégia de longo prazo da empresa, focada em diversificar receitas além do hardware.
Especialistas em tecnologia destacam ainda que o sucesso do iPhone 17 também se deve ao apelo da nova câmera com sensor fotônico de quarta geração e à otimização de desempenho do chip A19 Bionic, fabricado em processo de 2 nanômetros. O modelo também introduziu novas funções de IA generativa integradas à Siri, permitindo respostas contextuais e automação personalizada — avanços que colocam a Apple em rota direta de competição com dispositivos baseados em Android AI da Samsung e da Google.
Com o sucesso de vendas, a empresa de Tim Cook reforça sua posição como líder global de inovação e retoma o protagonismo após meses de críticas sobre uma suposta “estagnação criativa”. O resultado financeiro do próximo trimestre, previsto para dezembro, já deve refletir o impacto dessa nova onda de demanda.
Enquanto isso, investidores e consumidores aguardam o lançamento do Vision Pro 2, anunciado para 2026, que deve integrar ainda mais o ecossistema da Apple ao mundo da realidade aumentada e inteligência artificial.
